Foi em 2013 que aconteceu a primeira edição do Festival Paisagem Sonora, àquela época como uma Mostra de Arte Eletrônica do Recôncavo da Bahia. Conferências, intervenções artísticas, exposições e performances audiovisuais reuniram autores, pesquisadores e coletivos que utilizam o vídeo e a música eletrônica como estratégia para potencializar seus discursos.
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A segunda edição do Paisagem Sonora aconteceu em pleno verão do ano de 2015, como Mostra Internacional de Live Cinema do Recôncavo. Conferências, intervenções públicas, exposições e performances audiovisuais foram apresentadas, compartilhando repertórios.
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A terceira edição do Paisagem Sonora foi realizada de 25 de abril a 1º de maio de 2017, em Santo Amaro e Cachoeira. A nossa Mostra Internacional de Arte Eletrônica do Recôncavo mais uma vez colocou a cultura digital e os cruzamentos entre música e visualidades.
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Em 2022, o Festival Paisagem Sonora – Formação, Gestão e Difusão da Música aconteceu dentro de uma concepção maior: o evento integrou o Paisagem Sonora – Programa de Promoção da Música do Recôncavo da Bahia, realizado pelo Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (Cecult/UFRB) junto à Fundação Nacional de Artes (Funarte).
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Em 2023, o Festival Paisagem Sonora – Formação, Gestão e Difusão da Música novamente integrou o Paisagem Sonora – Programa de Promoção da Música do Recôncavo da Bahia, realizado pelo Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (Cecult/UFRB) junto à Fundação Nacional de Artes (Funarte). Neste ano do bicentenário da independência do Brasil na Bahia, a 5ª edição do evento destacou a força das tradições originárias de matrizes indígenas na identidade cultural do Recôncavo Baiano e deu luz às musicalidades que fazem o berço do Brasil.
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A sexta edição do Festival Paisagem Sonora chegou a Salvador, capital da Bahia, vinda de Santo Amaro, no Recôncavo Baiano e trazendo seu tradicional diálogo entre as música experimental, sonoridades eletrônicas e as tradições afro-brasileiras, para criar uma experiência sinestésica que incorporou ainda a arte digital e o mapping. Esta edição foi dedicada a celebrar as Organizações da Resistência e as formas pelas quais a arte e a cultura foram utilizadas como ferramentas de resistência e transformação social ao longo da história, especialmente no contexto das tradições afro-brasileiras. Assim, sua abertura foi marcada pelo lançamento do livro J. Cunha e o Carnaval Negro, do artista visual e designer responsável por projetar a imagem do Bloco Ilê Aiyê, ainda nos anos de 1970.
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